Ao MESTRE, todo carinho.

“Cada um que passa em nossa vida, passa sozinho… mas, não vai sozinho e nem nos deixa só. Leva um pouco de nós e nos deixa um pouco de si”.

A orquestra do CÉU está completa, pois, um bandolineiro harmônico, poeta, sensível, acaba de subir.

Não tenho palavras para agradecer a DEUS por ter convivido, mesmo que tão pouco tempo (nossa existência é muito pequena), com meu Mestre, meu amigo, O Sr. João Félix.

Com certeza, Zeli veio buscar o pai para completar alguma sinfonia, em que o solo de um bandolim magnetiza. Ele sabia fazer isto.

Assim como muitos, fez parte da cultura da cidade, com uma musicalidade sem tamanho.

Manso, sereno, generoso, amável, caridoso, tinha algo de Mahatma (A Grande Alma).

Gostaria que ele tivesse recebido uma homenagem, uma justa homenagem, para ele e Zeli, ainda em vida, e muito solicitei à Vereadora Dulcinéia. Mas, como acontece sempre, será homenageado pós morte.

Abraços e Saudades.

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