Herança (“mardita”) dos desGovernos do Lulalá (longe)

O povo brasileiro não sabe viver em democracia nem usar a liberdade.
Não temos democracia pelna, e sim uma anarquia plena; e libertinagem que ajuda a que permaneça a anarquia. Liberdade é conquistada através das responsabilidades de atos decorrentes dela.

O povão, a massa que é iludida, enganada a troco de muito pouco pelo poder que querem deveriam saber mais a respeito da dívida interna ou dívida pública (que será depositada, dividida à todos nós)
chegou, em 2010, ao absurdo R$1,730 trilhões (http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=61273)

Dívida interna dispara no governo Lula – Presidente repetirá antecessor e deixará herança maldita para próximo governante: http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=61273

A dívida pública é a soma de tudo aquilo que todos os órgãos do Estado brasileiro devem, incluindo o governo federal, estados, municípios e empresas estatais. Mas como o setor público é também um grande credor, tanto de outros órgãos públicos quanto de entidades privadas, o conceito de dívida líquida traduz mais claramente a posição financeira do setor público. Trata-se simplesmente de abater, do total das débitos, o total dos créditos realizáveis. (http://www.cefetsp.br/edu/eso/dividainternafabio.html)

A divisão mais comum quando se fala de dívida pública é entre a dívida interna, que pode ser paga em moeda nacional, e a dívida externa, que deve ser paga em moeda estrangeira. As duas têm causas e conseqüências distintas, embora possam ter implicações uma sobre a outra. (http://www.cefetsp.br/edu/eso/dividainternafabio.html)

A dívida pública interna possui três origens principais: o financiamento de novos gastos públicos em bens e serviços ( despesas com educação, construção de novas obras etc.) em qualquer nível de governo ou entidade pública, os gastos com juros sobre as dívidas contraídas no período anterior e, no caso do governo central, a política monetária e cambial. (http://www.cefetsp.br/edu/eso/dividainternafabio.html)

No Brasil nos anos recentes, principalmente depois do Plano Real, a dívida pública externa diminuiu, se expressa como percentual do PIB, mas houve um crescimento enorme da dívida pública interna, principalmente do governo federal. (http://www.cefetsp.br/edu/eso/dividainternafabio.html)

Dívida externa em 1995 (ano em que FHC tomou posse) – US$ 159,2 bilhões.
Relação dívida externa x PIB em 1995 (ano em que FHC tomou posse) – 19,9%.

Dívida externa em 2002 (ano em que FHC deixou o governo) – US$ 210,7 bilhões.
Relação dívida externa x PIB em 2002 (ano em que FHC deixou o governo) – 41,8%.

Dívida interna em janeiro de 1995 (quando FHC tomou posse) – R$ 108,6 bilhões.
Relação dívida interna x PIB em janeiro de 1995 (quando FHC tomou posse) – 20,7%.

Dívida interna em dezembro de 2002 (quando FHC deixou o governo) – R$ 654,3 bilhões. Relação dívida interna x PIB em dezembro de 2002 (quando FHC deixou o governo) -37,4%

Enganam-se aqueles que não acreditam que a dívida externa NÃO tem nada haver com a dívida interna.

Vale a pena ler este documento do ano de 2000, bem esclarecedor. http://www.race.nuca.ie.ufrj.br/journal/s/sayad6.doc

FHC é também culpado, assim como outros governos, mas as posições e falas do lula antes de ganhar eram outras àquelas que ele pratica.
Faça o que eu falo, mas não faça o que eu faço. E com o dinheiro do contribuinte (cada vez pagando mais as contas) é facil administrar qualquer falência.

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