Gentileza Urbana

O quanto o calor humano nos faz falta?
O quanto a gentileza nos faz falta?
Estas e outras perguntas são, hoje, cada dia mais difíceis de serem respondidas por causa da Não Prática, pela verdadeira Não Convivência entre os seres humanos.
O que é ser gentil? Segundo o pai dos burros (não me separo dele), o Aurélio, é ser nobre, generoso, delicado, gracioso, amável e cortês.
E a gentileza é a qualidade ou caráter do gentil.
Em um mundo onde o tempo já não existe mais, valores como ser gentil está cada vez mais raro.
A gentileza urbana pode ser empregada nos laços comunitários e entre os vizinhos, saindo todos do anonimato e tornando-se fraternos.
A gentileza urbana é um movimento que restabelece dignidade, alegria entre os moradores de uma rua, de um bairro, de uma cidade, de um Estado, e de um País. Forma uma nuvem de aconchego que contamina todos, mas todos devem participar.
Não esperre pelo poder público para resolver pequenos problemas de sua rua, de seu bairro, de sua cidade, até mesmo de seu Estado ou País.
Capine a porta de sua casa, e tente fazer isto no mesmo dia em que seu vizinho também o fará, assim poderão se interar mais.
Lembro, nos tempos idos, de um programa de televisão, o “Mineiros Frente a Frente”, cuja essência era a competição sadia entre as cidades através de perguntas de diversos assuntos, e até João Monlevade participou ganhando notoriedade a filha do Sr. Geraldinho da Jogepe, que respondeu (se não me falha a memória) sobre peças de veículos. Foi emocionante torcer.
É urgente e necessário buscarmos o aconchego, o colo que nossa mãe cidade oferece, resgatando verdadeiros valores humanos que a tecnologia de hoje tenta substituir virtualmente (já tem até sexo virtual – para mim não serve, mas há quem goste, e deve ser frustante após o “ato”). Não que eu seja contra, pois, eu mesmo a utilizo, mas de uma maneira racional e não indiscriminada (estou aprendendo a cada dia).
Ir a praças e parques bem cuidados onde você se sinta seguro, a mirantes, a museus, ao cinema (necessidade urgente), caminhadas ecológicas, passeios ciclísticos, só ou acompanhado (com a família, por exemplo), pintar a casa, o muro ou a cerca, nós mesmos, pode fazer com que nós reciclemos nossos pensamentos, permitindo às horas passarem mais devagar e refazer nossas energias.
Gentileza urbana nasce do cuidado que as pessoas têm consigo mesmas e com os outros, e vice-versa.
Não temos que temer nada, e sim, devemos quebrar paradigmas, tentar o que não foi tentado, sem medo de errar.
Diz uma história que Thomas Edison, antes de inventar a lâmpada, teve “…2000 tentativas e não 2000 erros” (palavras dele).

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